2 de fev de 2009

Gostosa Way of Life


Ando totalmente ausente do Comendo de Palitinho. Aliás, pintei aqui uma vez, ainda antes da Olimpíada. Ô, vagabundagem!

Pois ando, também, há meses, maturando uma ideia: escrever sobre o cotidiano feminino na China. Não das chinesas em si - talvez até sobre elas, vez que outra -, mas de mulheres expatriadas, do meu cotidiano, do que eu olho e observo sobre o universo feminino aqui do outro lado do mundo.

Agora acho que já dá pra começar. Não me sinto exatamente confortável, coisa de gente que gosta de uma vagabundagem. Sim, esta que tem a ver com a preguiça, mas também esta que tem a ver com curtir a vida no que diz respeito a desejos sexuais. Considerando-se meu estado civil "solteira" e minha disposição "à procura", alguns capítulos picantes poderiam ficar impublicáveis. Mas vamos lá, vamos ver o que dá pra arranjar, que não deixe o leitor vermelho do lado de lá e que não seja proibido para menores de 18.

A ideia é bem simples e pretende espalhar pelo mundo - pelo menos o mundo leitor da língua portuguesa neste blog - o Gostosa Way of Life. Algo como aventuras de quem dá a cara para bater e ainda, de quebra, serve de conselheira sentimental vez que outra. Ou que simplesmente observa. E depois palpita.

As mulheres que seguem o Gostosa Way of Life não são as mais lindas do mundo, mas, claro, também podem ser. O que elas têm é bom humor, curiosidade, inteligência, encanto e, admitamos, um certo tom de desespero. Esta nota que por vezes é latente e outras vezes descarada, mas que, em resumo, aparece porque há sempre uma busca frenética pela felicidade e o bem-estar entre as mulheres gostosas. Afinal, só se é gostosa tendo alguém pra partilhar, pra reafirmar isso bem baixinho ou em altos brados no nosso ouvido, não é mesmo?

***

A foto é de uma tentativa de dar uma de Gostosa no Lan Club, uma mistura de bar, lugar pra dançar e restaurante chique de Beijing (e agora também em Shanghai), cuja decoração tem a grife do designer francës Phillipe Starck. Ele, famoso por ambientes que misturam ícones pop à leveza (não creio que este tenha sido o efeito no bar da capital chinesa), ficou conhecido da mulherada porque assina o projeto do Kong francês, onde a Carrie, personagem da Sarah Jessica Parker em Sex in the City, aparece. Nada mais mulherzinha, não é mesmo? Erghs.

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